Alergia a gato: veja o que fazer para reduzir as crises

Bichinhos de estimação são fontes de carinho, alegria e muito mais… Quem convive com um animal sabe como é gostoso dar e receber amor, numa troca praticamente sem fim. O problema é quando a pessoa tem alergia a gato.

Se esse é o seu caso, calma, que hoje eu trago dicas para tentar amenizar o desconforto! Para que espirro, tosse, coceira ou qualquer outra reação não atrapalhe a cumplicidade de vocês. Dá uma olhada a seguir:

1. Escove seu amiguinho peludo com a maior frequência possível. Isso é importante para remover os pelos soltos, evitando que fiquem espalhados por toda a parte.

2. Dispense tapetes, cortinas, estofados e demais itens domésticos que possam acumular os famosos agentes alergênicos, ou seja, pó, pelos etc.

3. Evite que o bichano entre no seu quarto. É extremamente recomendável que esse cômodo não seja frequentado por ele – ou deixe ao menos um ambiente do lar completamente livre da presença do animal. Assim, a alergia a gato pode ser controlada, apresentando menos crises.

4. Lave regularmente a cama e os utensílios do pet.

5. Banhos semanais também são indicados no sentido de diminuir a alergia a gato, pois a higienização auxilia na eliminação de sujeiras e substâncias prejudiciais depositadas na pele e pelagem. Caso seu amiguinho de patas não curta muito a água, o que é bastante comum, tente passar um pano molhado nos pelos dele de vez em quando.

6. Acredita-se ainda que a castração é capaz de reduzir a proteína que provoca a maioria das alergias aos bichanos.

7. Mantenha a casa limpa, pois a descamação natural da pele felina faz com que pequenas porções das substâncias responsáveis pela alergia a gato fiquem em todo o lugar, inclusive nos móveis. Então, capriche na limpeza, evite pelos soltos e diminua os sintomas alérgicos.

8. Lave bem as mãos depois de fazer carinho e brincar com o felino, também para evitar que os compostos alérgicos sejam espalhados.

9. Existem diversos tratamentos médicos e vacinas que reduzem os problemas de saúde das pessoas com alergia a gato, incluindo remédios aplicados nos humanos ou nos pets. Embora não sejam considerados completamente eficazes, podem ajudar de alguma forma.

Converse com um especialista para saber qual seria o método mais apropriado ao seu contexto. Se a alergia for especificamente ao seu felino preferido, o profissional poderá recomendar até uma imunoterapia, por exemplo.

Aviso: Este post tem a função de informar. Não substitui consultas e acompanhamentos especializados tratamentos, seja para você ou seu animal de estimação.

Alergia a gato: quais seriam as causas?

Quando o organismo não consegue tolerar algo, reage de maneiras diferentes. Em relação a alergias aos bichanos, o efeito tende acontecer por hipersensibilidade a proteínas supostamente inofensivas, presentes em substâncias produzidas por eles. Saliva, urina ou a caspa de nossos pets contém tais proteínas, chamadas de alérgenos.

Os pelos são apontados como os vilões, os responsáveis pela alergia a gato – pelo menos para a maioria dos tutores a ideia é esta. No entanto, pesquisas recentes indicam que a pele e a saliva dos bichanos seriam as verdadeiras desencadeadoras de espirros e tosse, entre outros sintomas, nos humanos.

Atualmente, há quem defenda que, justamente por este motivo, os chamados gatos hipoalergênicos não passam de um mito. Parece que isso faz sentido, pois a raça sphinx, que, na maioria das vezes não traz pelo algum, pode causar reações alérgicas.

O ideal seria, antes mesmo de levar um felino para casa, checar se as pessoas da residência apresentam algum tipo de sensibilidade às proteínas encontradas nos bichanos. Mas, se não for viável, espero que as dicas de hoje possam facilitar a convivência de todos.

Até breve!

 

Imagens: Pixabay

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